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Amigos e amigas,
Cantamos copa e Brasil, cantamos resultados e nossa diversidade e nossa cultura se apresentam em nossa sações, em nossos costumes e
em nosso fazer diário, pode nos transformar ou nos inibir. Temos que (re)conhecer estes pontos e definir nossas forças para o fazer, para o
construir conscientes... e neste fazer nos encontramos como construtores de mundos.
Neste espaço que se faz poético, muita sações são importantes para que as capacidades apareçam e se tornem efetivamente potenciais. E
neste presente que vivemos podemos ser o elo transformador.
"Lo que imaginamos como futuro es nuestro presente en el momento de pensarlo, y por lo tanto si lo que imaginamos afecta nuestro proceder,
lo que vivimos es un fluir de transformación de nuestro presente en el suceder del pensar del presente, y no nuestro futuro en el presente.”
(Humberto Maturana & Ximena D´ Ávila)
Carlos Fróes - Diretor de Comunicação
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A Importância do contexto no entendimento da cultura
“Todas as histórias são constitutivas do humano e dão forma a vida ganhando riqueza e consistência”. (Michael White)
A curiosidade e a busca por respostas genuínas é particularmente significativa são princípios da vida humana.
Abrir caminhos para entender as pessoas num contexto social mais amplo, privilegiando a cultura ética e a identidade pessoal, permite o desenvolvimento de história e significado. Deve-se reconhecer em cada pessoa as suas experiências, aptidões, competências, crenças, valores, compromissos e habilidades, ajudando a demonstrar a confluência de seus fazeres e agires.
As histórias consistem de eventos interligados através do tempo, formando um enredo. As narrativas se juntam pelas semelhanças e compartilham crenças contribuindo fortemente para a história cultural d . Pensando que os humanos somos conservadores e quando buscamos algo novo estamos, em verdade, procurando restabelecer o que já foi, numa nova forma. Assim herdamos e transmitimos um legado que aparece nas gerações posteriores.
O grupo é fundado por essas influências, sendo o transmissor da herança cultural e geracional. Dessa forma o indivíduo já vem, emerge dos desejos dessas gerações que o precederam.
Uma comunidade está cheia de sinais e a leitura deles ajuda a compreender melhor o ambiente, o contexto, o sistema onde vivem as pessoas, as famílias e suas relações. Cada região do Brasil apresenta diferentes manifestações desta cultura e crenças, como uma sabedoria local.
A maneira como as pessoas recorrem aos ditos populares e os explicam, facilita a compreensão de seus problemas, resultado desta sabedoria comunicada pelas gerações anteriores.
Assim, os ditados e provérbios populares ampliam a cultura, demontram vidas e sabedorias vividas.
Fatima Iara Abad Sanchez
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Cantar o Brasil de Norte a Sul
Para referenciar a cultura Brasileira, “Copa da Roça” a homenagem folclórica do dia 03 de Julho de 2010 no Instituto SER, vem para enriquecer o dia-a-dia de trabalhos, refletidos nos dizeres e fazeres, dança e músicas, revelando tais aptidões, habilidades e experiências tão importantes para o desenvolvimento da identidade cultural. Além de dança e muita alegria, nas festas de roça é comum apresentarem-se cantadores fazendo desafios.
Os desafios são diálogos cantados, acompanhados de música de viola, violão ou sanfona. Cada cantador improvisa os versos — não vale levar prontos — e vai contando fatos imaginários sobre sua força e valentia para provocar o outro. Vamos saber a diferença entre forró e baião. Vamos ter casamento na roça e comida típica.
Cantadores de viola
É Pedro Jeju quem começa:
— José Firmino acredite, não gosto de me gabar, mas quando pego a viola, quando começo a cantar, saem da cova os defuntos, os peixes saem do mar, os anjos descem do céu, e tudo vem me escutar.
José Firmino responde:
— Eu não tenho inveja disse sou valente, valentão, canguçu é meu cavalo, cascavel meu cinturão, eu engulo brasa viva, pego corisco com a mão, um empurrão do meu dedo bota dez morros no chão.
Pedro Jeju continua:
— Você pode ser valente, habilidoso não é.
Eu calço chinelo em cobra, boto guizo em jacaré, asso manteiga no espeto, faço o tempo andar à ré, carrego água em peneira, dou beijos em busca-pé.
José Firmino termina:
- Isso tudo não é nada,não me pode amedrontar. Paro o vento quando quero, fiz o sol esfriar, bebo chumbo derretido, sem o chumbo me queimar, seguro as onças do mato para o meu filho mamar. recorde.
Viriato Correa - Cazuza(fragmento)
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No momento do futebol, lembrar um grande momento desportivo ainda em 2010 VII Tornei o SER Desportivo (esperamos mais de 1300 atletas especiais)
No dia 01 de Outubro de 2010 mais um grande evento esportivo será realizado pelo Instituto
SER, trata-se da VII edição do Torneio Ser Desportivo adaptado da Região Metropolitana de
Campinas.
Este evento de Cooperação e Superação no espaço desportivo foi concebido a partir da
constatação terapêutica de que pessoas com deficiência obtêm melhoras físicas, mentais e
sociais com a prática de esportes, além de ser um espaço de interação e convívio social. O
objetivo da pratica esportiva, num contexto de desenvolvimento especial para portadores de
deficiência mental, é a ampliação de suas realizações pessoais e seu domínio corporal.
O evento busca agregar as diversas entidades preocupadas com o tratamento e a
sociabilização de pessoas e o desenvolvimento de potenciais individuais. Busca apresentar
desafios, participação de atividades em grupo e cria um momento de interação e
confraternização.
O Torneio deste ano terá as seguintes modalidades: Futebol de Salão, Futebol Adaptado,
Basquete Coletivo, Basquete Adaptado, Natação e Atletismo.
Convidamos a todos a participar deste grande evento, as inscrições estão abertas e podem
ser feitas através do site www.institutoser.com.br até o dia 01 de Setembro de 2010.
Mais informações? Visite o nosso site www.institutoser.com.br ou entre em contato pelo telefone (19) 3272-2520
Instituto SER
Rua Arnaldo Barreto, 681
Bairro São Bernardo, Campinas, SP
CEP 13030-420 - fone/fax: (19) 3272 2520
e-mail: comunicacao@institutoser.com.br
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